E para o banco vai...

  • Antevisão

 

DILEMA PARA O DÉRBI DEVIDO À RECEPÇÃO... AO NÁPOLES

 

 

O onze para o dérbi está quase definido, excepção feita à posição de segundo avançado, encontrando-se três jogadores (um deles indirectamente) na corda bamba: Nuno Gomes, Aimar e Amorim. Um deles vai para o banco, provavelmente o 10.
Se Quique levar só em conta a forma, o argentino é o pretendido; se olhar mais adiante, em direcção ao Nápoles, a titularidade do capitão fica em perigo; mas remota, a terceita via passaria pela utilização de ambos e, nesse caso, seria o ex-Belém a ceder o lugar.

 

Se Quique levar só em conta a forma, Nuno e Amorim ganham a corrida a Aimar

 

Nuno possui mais argumentos a favor. Está a subir de forma, tem muita tarimba em dérbis, entende-se bem com Cardozo e é dotado de elevada capacidade de luta, constituindo o primeiro osbtáculo defensivo. A desfavor apresenta-se o facto de ser o único avançado disponível para... o Nápoles. Este aspecto pode fazer perder a balança para Aimar, cujos triunfos são a visão de jogo e a técnica requintada. A desaconselhar a utilização do 10 sergue o desenquadramente revelado na manobra da equipa: não derrama um pingo de suor na ocupação de espaço. O ex-Belém vai em princípio actuar à direita, posição que começa a dominar (já faz assistências!). Dotado de bom sentido posicional, trasmite músculo ao meio-campo, contrabalançando assim a menor profundidade ofensiva.

 

As possíveis soluções para o dérbi com Ruben Amorim

 

• Nuno Gomes com Amorim:
O ataque ganha faro extra pelo golo, experiência em dérbis e uma primeira barreira defensiva. O lado direito conquista músculo e disciplina táctica, mas perde profundidade.

 

Amorim com Aimar:
O sector adiantado ganha qualidade de passe, visão de jogo e requinte técnico. A solidariedade nula do argentino é almofadada pelo rigor e desponibilidade do ex-Belém.

 

Os outros jogos

 

RIO AVE

1-1

NOTA 2 (45 min)
Sensaborão Ocupou a faixa direita mas nunca disfarçou a dificuldade de ultrapassar o adversário directo. Uma das maiores lacunas foi a (natural) falta de acutilância atacante. Raramente atingiu o último terço, pintando de cinzento a exibição.

FC PORTO

1-1

NOTA 1 (21 min)
Lutador Entrou na fase mais complicada sendo-lhe atribuida a missão de fechar a direita, posição que não estranha em absoluto. Caiu lá muita gente, mas bateu-se como galharida levando em consideração as circunstâncias adversas.

NÁPOLES

3-2

Passou os 90 min sentado no banco do San Paolo

P.FERREIRA

4-3

NOTA 3 (77 min)
Influente Posicionou-se na faixa direita, transmitindo mais segurança e músculo defensivo. Duas intervenções notáveis: abriu bem para a cabeça de Nuno no lance do golo de Maxi; e ganhou o penálti convertido por Cardozo.

 

 

In: Record

publicado por Frederica às 17:44
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